Então você vem...
Abre a porta como se fosse a sua casa,
Rompe minha intimidade, me rompe,
e acaba se corrompendo
Falta-lhe tempo, então é rápido...
Acha que me usou,
e que agora vai me descartar,
Mas não sou eu quem voltará a deitar em uma cama de agulhas
Não serei eu a fingir um sorriso amarelo
Sua esposa lhe espera, com seus filhos...
Tampouco serei eu quem inventará desculpas inconsistentes,
antes de chegar em casa,
No meu cárcere sou livre,
E você prisioneiro de uma ilusória liberdade
Suas mentiras lhe corroem...
Minha cama...
meus cigarros...
meu café...
minhas algemas de vento...
Sou prisioneiro por opção, e você novamente corre...
Tudo isso é concreto,
menos a vida fútil que levas,
a futilidade é fumaça de cigarro,
que some antes de chegar ao teto,
inventando desculpas para chegar em casa...
Minhas ideias encheram o quarto em que eu as guardava, é hora de colocá-las para tomar um sol.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Aquilo que está no vento.
Aquilo que se procura vem com o tempo,
e o que você necessita vem com o vento,
certa vez na noite
ao relento
você repousava em meu peito,
chorando as lembranças que queria esquecer,
e me indagando o porque, de sempre lembrarmos coisas,
que gostaríamos de esquecer.
Pois sinta a corrente de ar,
aspire o vento da mudança,
o sopro do relógio canta
que já apagou suas lembranças.
e o que você necessita vem com o vento,
certa vez na noite
ao relento
você repousava em meu peito,
chorando as lembranças que queria esquecer,
e me indagando o porque, de sempre lembrarmos coisas,
que gostaríamos de esquecer.
Pois sinta a corrente de ar,
aspire o vento da mudança,
o sopro do relógio canta
que já apagou suas lembranças.
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